Meu encontro


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“O telefone tocou. Era ele dizendo que queria me ver. Não queria ficar sozinha em casa com ele, mas sua voz rouca e seu tom sensual me convenceram.
Já era tarde. Já ia dormir. Então coloquei um jeans e uma blusinha e fiquei esperando, aflita.
Como foi longa a espera…
Enfim chegou. Abri o portão e a porta. Fiquei esperando, imaginando a loucura que estava para fazer. Já fazia tanto tempo…
Ele chegou. Já chegou abraçando e me beijando no rosto, com aquele jeitinho abusado. Deve ser legal namorar e gostar de alguém assim.
Ofereci água. Ele aceitou e me beijou com a boca molhada. Que delícia! Que lingüinha gostosa! Fiquei queimando por dentro, sobressaltada. Ele, como um bom abusado, ficou olhando como se quisesse medir meu tesão. Deve ter gostado de ver o quanto o desejei… Beijou minha boca de novo. Desta vez, mais demoradamente, com a língua e já veio me abraçando, sufocando com o beijo, se encostando e se apertando em mim. Aos poucos senti sua ereção e fiquei louca de tesão e medo de que acontecesse alguma coisa.
Pensei em afastá-lo, mas fiquei quietinha para ver onde ia dar. Ele foi me empurrando de encontro à parede e passando as mãos nas minhas costas, apertando… Quase morri! Quase morri de tesão e prazer!
Qual foi meu susto quando desabotoou meu sutiã. Nem imaginei que ele fosse fazer aquilo. Que ingenuidade! Fiquei louca, com as pernas bambas deixando que ele me apertasse ainda mais forte contra a parede. Aí veio passando as mãos nas laterais do meu corpo em direção aos meus seios com rapidez. Respirei fundo e segurei suas mãos, impedindo-o de me tocar. Quase caí das pernas! Olhei nos olhinhos verdes dele quase morrendo de tesão e resolvi dizer o quanto ele era bom naquilo. Disse que ele estava me deixando louca, que fazia tempo que não ficava com ninguém daquele jeito, que ele estava indo além do beijo e estava me assustando. Falei que não ia transar com ele. Ele fez uma carinha de safado como a dizer: “Ah, não! Eu quero…” Fiquei quieta esperando ele me beijar de novo, mas resolvi beijá-lo, tomando a iniciativa.
Ele, que nem havia tirado as mãos de dentro da minha blusa, foi me apertando contra a parede com a cintura e subindo as mãos até meus seios. Deixei e quase sufoquei de prazer. Ele aproveitou que estava enlouquecida e começou a beijar meu pescoço, minha orelha, a lamber… Fiquei toda arrepiada, molinha…
Ele esfregava e apertava com força. Outras vezes acariciava devagar. Ele entendia mesmo de mulher. Sabia mesmo como satisfazer uma.
Já estava me sentindo uma cachorra quando ele levantou minha blusa, se abaixou e começou a chupar meus seios com vontade. Seu cheiro era uma delícia, seu gosto, seu cabelinho curtinho e espetadinho… Que tentação!
Ele foi mordiscando minha barriga até o umbigo até que se levantou de repente e, olhando nos meus olhos, desabotoou minha calça e enfiou a mão na minha calcinha, sentindo meus pêlos. Só deu tempo de respirar fundo e ele já estava deslizando o dedo, esfregando meu clitóris lubrificado. Devagar, forte, até no fundo. Fazia um movimento de “vem cá” que quase me enlouquecia. Estava com as pernas unidas, mas acabei as afastando um pouco. Mal conseguia parar em pé. Ele só me olhava. Estava louca pra ser beijada de novo, mas ele não beijava.
Estava esperando o próximo passo. Imaginava que não ficaria só naquilo. Então ele desceu o zíper da minha calça com a mão esquerda, empurrou-a pra baixo ao que ela desceu até o meio das cochas, abaixou um pouco a calcinha e enfiou a mão na minha bunda, procurando meu ânus com os dedos. Ficou massageando em movimentos circulares até que entrou um pouquinho. Ficou naquele movimento de vai e vem na frente e atrás.
Foi quando recomeçou a beijar, lamber e chupar minhas orelhas, meu pescoço…
Depois de um tempo perguntou se eu só ia mesmo querer ficar naquilo e eu disse que sim, com a pouca força que tinha. Então ele foi aumentando a pressão e o ritmo, estimulando meu clitóris com força sempre num movimento de vai e vem. Enfiou dois dedos bem fundo no meu ânus que estava escorregadio e latejando e foi chupando a minha língua.
Pensava em beijar suas orelhas, pensava em chupar seus mamilos, pensava em segurar seu pênis que devia estar durinho, mas não deu tempo, além de não ter iniciativa para tanto. O orgasmo veio com tudo, dificultando a minha respiração e o meu equilíbrio. Nem foi preciso dizer nada. Ele sabia exatamente o quê fazer e como fazer. Manteve o ritmo até o final, até além do final, fazendo-me pedir para ele parar. Então me abraçou forte, quase me erguendo. Acho que nem tinha forças pra ficar em pé. Fiquei de olhos fechados, ofegante, lembrando que ele tinha provocado e presenciado meu orgasmo. Foi forte, tive movimentos bruscos nas pernas e apertei sua nuca e suas costas com força. Apertei os olhos e não pude vê-lo me admirar, ou se admirar por ter conseguido. Foi loucura demais. Não queria encará-lo. Foi aí que ele disse no meu ouvido: “sabia que você acaba de realizar um sonho antigo de dar prazer sem pedir nada em troca?” Aí me recompus e o olhei nos olhos sorrindo. Sorri mais quando vi aqueles dentinhos, aquela boquinha gostosa… Que  tesãozinho  que era aquele cara!
Ele subiu minha calcinha, subiu minha calça, fechou o zíper, abotoou, sempre me olhando nos olhos. Deu um selinho na minha boca e disse que já ia, mas que queria voltar. Não disse nada, mas imaginei que talvez não teríamos outra oportunidade.
Ele, sem resposta, sorriu e me pediu pra lavar as mãos no banheiro.
Deve ter ido embora com o tesão redobrado.
Deu mais um beijinho na hora de sair e disse que me ligava quando voltasse. Sorri e disse: “aproveite a noite”, e ele se foi, me deixando com o sutiã desabotoado e louca por um banho e uma boa noite de sono.”

#Priscila 

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