O que é Kama Sutra?


ImagemKama Sutra é hoje o mais conhecido livro do amor. Embora seja um livro sobre sexo, é preciso considerarque o livro enfatiza a arte e os modos que uma pessoa deve praticar o sexo, envolvendo todos os cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato, além da mente e da alma.

O seu nome provém da divindade masculina hindu Kama, que simboliza o desejo e o amor carnal, e Sutra, que significa conjunto de ensinamentos, no antigo sânscrito. Este manual indiano foi escrito no século IV pelo sábio e nobre, Vatsyayana, para a nobreza da Índia, e especificamente para os homens, embora as necessidades femininas não tenham sido ignoradas em suas páginas. Muito pelo contrário. O autor relata detalhadamente as instruções corretas para a excitação da mulher pelo parceiro, incluindo a importância do homem fazer a mulher atingir o orgasmo, seja pelo ato sexual em si, ou através de carícias.
O Kama Sutra traz um conjunto de regras sobre a prática do amor, segundo os princípios da filosofia indiana, que eleva o sexo a uma experiência sexual magnífica. As exigências físicas para realização das posições do Kama Sutra o tornaram famoso, pois algumas parecem perfeitas acrobacias e outras, lembram as posições usadas na yoga.
Esse ebook não é apenas um manual de posições. Além de descrever, detalhadamente, mais de 70 formas de de amar, consideradas essenciais, pretende também ser um guia para desenvolver o erotismo e sensualidade de ambientes, situações e pessoas. Velas e óleos aromáticos, comidas afrodisíacas, perfumes e músicas, fazem parte de todo o ritual.

 

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Beijos Dona Menina 

 

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PARA QUE SERVE LUBRIFICANTE??


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O lubrificante íntimo ajuda a garantir a lubrificação ideal na hora da transa, evitando qualquer desconforto e dando uma mãozinha para você sentir muito prazer durante a penetração. Seja para o sexo anal ou para a penetração vaginal, mantenha os órgãos sexuais bem molhadinhos!

Os ginecologistas costumam indicar o uso do lubrificante em relações sexuais para diminuir qualquer possível incômodo ou apenas para aumentar o prazer sexual da mulher e do homem. Entretanto, ainda existe um preconceito por parte dos parceiros, pois muitos interpretam que se a mulher precisa usar lubrificante é porque não conseguiu ficar tão excitada, ou seja, não está gostando da relação, o que não é verdade.O lubrificante á importante para garantir o conforto da mulher durante a penetração, além de servir para trazer outros benefícios especiais para a transa. Por exemplo, existem versões de lubrificantes que aquecem em contato com a pele, possibilitando uma nova sensação de prazer; outras que possuem microcápsulas explosivas de lubrificante; algumas versões apresentam uma substância capaz de retardar o orgasmo masculino, possibilitando uma relação sexual mais longa; outras prometem anestesiar a região; e muitas delas ainda liberam perfumes agradáveis, como odores de chocolate, baunilha, morango, menta… Experimente depois nos avise o que achou …. beijos

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Beijos Dona Menina !!!

O QUE É POMPOARISMO?


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O pompoarismo nasceu na Índia e é uma técnica milenar que foi aprimorada no Japão e na Tailândia. Essa técnica consiste na contração e relaxamento dos músculos vaginais. Sua utilização busca melhores resultados no prazer sexual, porém é utilizado também para facilitar na hora do parto normal e na recuperação pós-parto, além de muito eficaz para o tratamento de incontinência urinária. Essa técnica foi melhor adaptada pelo médico ginecologista Arnold Kegel, que desenvolveu exercícios para auxiliar suas pacientes.

Para o treinamento são utilizadas os ben-wa ou “bolinhas tailandesas”, como costumam ser chamadas, que consistem em pequenas bolinhas ligadas a um fio de nylon. Basicamente, o treino está dividido em sugar, segurar e expelir as bolinhas com a força dos músculos vaginais.
Não esqueça que só com muito treino e dedicação poderá alcançar os resultados pretendidos. Tente, experimente, afinal você não tem nada a perder, só a ganhar.

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By Dona Menina

 

Chuva Dourada


Eu tive um namorado que foi o responsável, digamos assim, pelo meu interesse em práticas sexuais mais ousadas. Com ele aprendi a me soltar, a falar durante a transa, a contar e tentar realizar as minhas fantasias. Se o Ricardo teve a sua professora de sexo, eu tive uma pessoa que abriu a minha mente, que mostrou que o limite do prazer é a gente mesmo que estipula.

Quando estávamos inspirados (e isso era quase sempre que nos encontrávamos), o sexo nunca era igual.

Um noite estávamos naquela coisa de pegação, mão aqui, mão ali, dedos aqui, dedos ali, e resolvemos falar sobre fetiches, quais as taras um do outro, adorávamos ficar nos provocando e fantasiando, comentando o que poderia ser, como gostaríamos de fazer, e claro, fazíamos… rs

Então ele vem com a novidade da vez: já ouviu falar em “chuva dourada”?

Pára tudo!!!

Parei tudo e ele também, sentei em cima dos meus próprios pés e fiquei olhando pra ele, e mandei: Como assim??? Chuva dourada???

Então ele disse: Assim… sempre achei excitante essa coisa de cheiro, gosto, suor, melação, porra, e tudo mais que o corpo da gente produz quando nos excitamos e enquanto trepamos, e o xixi faz parte do corpo também, não é? É uma manifestação, por que sempre após o teu gozo você quer fazer xixi? Já parou para pensar nisso???

E eu fiquei ali, pensando, mas não por muito tempo, porque ele me puxou de volta pra cima dele e continuamos a nossa brincadeira…rsrsrsrs

Só que de alguma forma aquilo ficou ali no meu inconsciente, e depois, ficou martelando, martelando, martelando…

Sempre que eu sentava no vaso sanitário e fazia xixi lembrava da descrição que ele dera a isso: “Chuva Dourada”

E a idéia começou a me excitar cada vez mais… imagine, eu que já não preciso de muito pretexto para me excitar, me excitando também ao urinar… tinha que dar um jeito naquilo… e rapidinho…rs

Nos encontramos novamente e eu já com a idéia fixa, queria falar mais a respeito, queria saber mais, queria experimentar, e queria saber qual era….rsrsrs

Estávamos lá novamente entre um beijo e outro, uma mão e outra, e não conseguia (por qualquer razão que não sei dizer) falar a respeito da bendita “Chuva Dourada”, até que começamos a falar (adorávamos isso, no meio da transa falar, descrever, insinuar, instigar), e ele pergunta: pensou na “chuva dourada?”, eu mais que rápido respondi com um Sim, entre um gemido e outro, e ele me provocando mais perguntou: “e o que pensou?”

Falei que queria que ele me dissesse exatamente como queria que fosse, o que ele tinha pensado, como fazer, e essas coisas… e ele me dizia que queria me ver gozando muito na sua boca, e ia me lambendo, enquanto falava, me atiçava com dedos e língua, que queria sentir todo o meu gosto, e me lambia mais, que ia enfiar a língua toda dentro de mim, e me sentir estremecer, e fazia em seguida, e eu já não me segurava mais, deixava a onda de prazer ir subindo, descendo, me consumindo por completo até que gozei alucinadamente, e ele bebeu todo o meu gozo, me colocando em seguida virada, em cima de si mesmo, com a boca entre as minhas pernas disse: agora eu quero que você faça xixi em mim, quero senti-lo no meu pau, no meu rosto, na minha boca…  Eu nem pensei duas vezes, fiz xixi e fui passeando pelo corpo dele todo, cobrindo-o com a minha urina, e quando cheguei ao pau dele, caprichei e o vi gozando enquanto era urinado por mim.

Autora: Nathalia (intimo e pessoal )

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DEZ MANDAMENTOS DO BDSM – ÓTICA DA CASTIDADE


English: A man handcuffed to a bed and blindfolded

English: A man handcuffed to a bed and blindfolded (Photo credit: Wikipedia)

 

Este texto foi traduzido e adaptado do “Mistress Manual, 2001”, e descreve dez possíveis mandamentos do BDSM sob a ótica do uso de cintos de castidade.

1. Controle o orgasmo e você controla o macho.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu macho egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel, não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele rasteja humildemente aos pés da mulher, suplicando… Um homem nessa situação fica completamente submisso, patético, bobo, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Homens castos são presas fáceis para mulheres malvadas e insaciáveis. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirá forças para presenteá-la, agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo estará perdido, seu escravo voltará a ser o machão de sempre.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar medo no submisso.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário.A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, o medo e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e medo ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação contra ele.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar… enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. Excitação sem orgasmo, sem alívio… Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use chantagem com fotos, chicote, contrato, correntes ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, banheiro e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só os masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Cintos de castidade retiram todo o aspecto sexual e físico da relação SM, liquidando o lado carnal desta relação. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais “espiritual” e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior…Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanço a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu capacho, usar uniforme de doméstica e dormir no chão… Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

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Beijos de Dona Menina

 

Três ,é muito melhor


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Sempre quis saber como meu parceiro se comportava na cama com outra mulher, o que ele faria de diferente, como seria seu olhar, enfim, o ciúmes ficava em segundo plano, o desejo era muito maior.

Uma vez, durante uma transa, eu disse que gostaria de colocar uma mulher ali, entre a gente, ele ficou louco de tesão, gemeu mais alto que o normal, meteu com mais força e gozou intensamente. A partir daquele dia comecei a provocá-lo fazendo-o imaginar uma mulher ali, um corpo diferente, gostosa, seios fartos, buceta depilada, disposta a nos chupar, a se deixar chupar, nossas transas se tornaram mais constantes, mais quentes, mais ardentes, o desejo estava explicito em nossos olhos, línguas, mãos … pedia para ele bater punheta para mim, me masturbava para ele, sempre imaginando mais alguém ali com a gente.

Isso tornou-se uma obsessão, então, decidi que merecíamos um presente, contratei uma garota de programa, marcamos o motel e fomos. Eu não queria participar desde o começo, precisava ver como ele se comportaria, a ideia de ver meu homem metendo com outra mulher me excitava, me enlouquecia.

Chegamos juntos, mas decidi ficar meio escondida, ele estava nervoso. Ela era linda, gostosa, como havíamos imaginado. Ele se deitou, sem camisa, só de bermuda.

Ela de pé, por cima dele, de vestido vermelho, começou a dançar para ele, provocante, provocando … eu estava assistindo, adorando, sentia minha buceta latejar, molhar, mas continuei assim, voyeur. Em sua dança sensual, ela tirou o vestido, seus seios fartos e duros deixaram meu parceiro com o pau mais duro ainda, ele passava a mão por cima da bermuda, sem piscar, sem tirar os olhos dela … ela ia abaixando, simulando sexo com ele, mas continuava a se mostrar. Tirou a calcinha, nessa altura, ele olhou para mim, como que pedindo permissão, eu já estava excitadíssima, tinha tirado a roupa, passava a mão em mim … ela desceu até o pau dele, ajoelhou-se na cama, tirou a bermuda, tirou o resto de roupa que sobrara, começou a lamber as coxas dele, a esfregar as mãos hora nos próprios seios, hora no pau dele, foi subindo e passando a língua pelo saco, lambendo uma bola de cada vez, devagar, ele gemendo, eu me explorando… ela engoliu o pau dele com vontade, subia, descia, intercalava com uma punheta, percebi que ele ia gozar, afinal, era uma buceta diferente, uma língua diferente, uma situação antes somente imaginada. Nesse momento, ele me chamou, pediu para eu deitar ali, era tudo o que eu queria, dividir com ele aquela puta.

Deixamos ele de lado um pouco, ela veio até mim, tentou beijar minha boca, foi estranho, mas quando senti a língua dela procurando a minha decidi que ali tudo seria possível, tudo seria permitido e me entreguei. Nos beijamos por alguns instantes, então ela começou a acariciar meu corpo, eu estava um pouco tímida, mas peguei naqueles seios maravilhosos, começamos a explorar o corpo uma da outra. Ele se contorcia de tesão, só olhando, nós duas nos agarrando, ela procurava minha buceta e eu a dela, começamos a nos masturbar, que delicia, ela era quente, molhada e me explorava de uma forma diferente do que eu já havia sentido. Ela pediu para que eu deitasse, abrisse as pernas, começou a me lamber, passava a língua na minha bucetinha molhada, esfregava meu clitóris, me deixava louca, gozei na boca dela, gemendo, pedindo, então ela pediu para que ele viesse participar da brincadeira, enquanto ele me chupava, ela chupava o pau dele. Ela também estava gemendo, excitada, louca de vontade, enfiei minha língua na buceta dela, fui aprendendo a gostar, a chupar, a lamber aquela buceta quente, ela pedia mais, foi enlouquecendo, eu lambia, enfiava os dedos, então pedi para que ele metesse nela, e eu ia lambendo o pau dele que entrava e saia, estimulando o rabinho dela, aquela puta safada gozou no pau dele, então dividimos aquela buceta, lambemos ela toda, eu e ele… Ele não agüentava mais, precisava meter em nós duas, deitado, ela começou a rebolar no pau dele até ser penetrada, subia, descia, enquanto isso eu chupava o pau do meu homem, depois trocamos, eu fiquei no pau dele e ela, com a buceta para ele chupar, assim, nos beijávamos, nos acariciávamos, ela mordia, chupava meus seios e eu os dela…

Ele gritava de tesão, nos xingava de putas, pedia nossa buceta, pedia nosso rabo… ficamos de quatro para ele, dois rabos, e ele comeu, um de cada vez, os nossos cuzinhos… ficou louco, seus olhos estavam virados, vidrados, seu pau latejava, gotículas de porra começavam a sair. Então nos ajoelhamos, pegamos o pau dele e começamos a chupar, engolindo cada pedacinho, dividindo cada parte daquele pinto gostoso. Foi então que ele gritou que ia gozar, pediu que suas putas o chupassem e o punhetassem com mais força, e num frenesi de desejo, explodiu um jato de porra em nossos rostos, nossa boca, dividimos tudo, bebemos cada gota, a brincadeira apenas começava…

Autora: mah escritora

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Beijos de Dona Menina 

 

Segredo e sensualidade


Segredo e sensualidade

Rola pela boca
O gosto
Líquido apurado
Teu gozo espalhado
Agasalha meu corpo
Na pele macia
Textura de pêssego
O apelo
Pede a mordida
Sente a tensão
Explode de novo
O tesão
Momento mágico
Iluminado
Olhares à luz de velas
Encontro silencioso
Emoção
Calados
Gemidos suspensos
Amantes se procuram
Se abraçam
Se sentem
Se prendem
Repetem
Beijos urgentes
Doçuras
Em mel misturados
Se amam
Se pegam em loucuras
Paixão…
– Cau Lanza –

beijs Dona Menina