DEZ MANDAMENTOS DO BDSM – ÓTICA DA CASTIDADE


English: A man handcuffed to a bed and blindfolded

English: A man handcuffed to a bed and blindfolded (Photo credit: Wikipedia)

 

Este texto foi traduzido e adaptado do “Mistress Manual, 2001”, e descreve dez possíveis mandamentos do BDSM sob a ótica do uso de cintos de castidade.

1. Controle o orgasmo e você controla o macho.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu macho egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel, não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele rasteja humildemente aos pés da mulher, suplicando… Um homem nessa situação fica completamente submisso, patético, bobo, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Homens castos são presas fáceis para mulheres malvadas e insaciáveis. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirá forças para presenteá-la, agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo estará perdido, seu escravo voltará a ser o machão de sempre.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar medo no submisso.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário.A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, o medo e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e medo ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação contra ele.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar… enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. Excitação sem orgasmo, sem alívio… Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use chantagem com fotos, chicote, contrato, correntes ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, banheiro e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só os masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Cintos de castidade retiram todo o aspecto sexual e físico da relação SM, liquidando o lado carnal desta relação. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais “espiritual” e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior…Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanço a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu capacho, usar uniforme de doméstica e dormir no chão… Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

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Beijos de Dona Menina

 

Porque


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…quando as pessoas se amam, fodem de verdade. É por isso que os filmes pornográficos são pouco convincentes. Não são suficientemente porcos, porque os actores não estão apaixonados. Quando há amor, há além. É possível foder como animais, com sinceridade, como só os seres humanos, quando querem entregar-se mais do que podem – e conseguem.”

[Miguel Esteves Cardoso]

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Chapeuzinho Vermelho


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Conheça a verdadeira história da Chapeuzinho Vermelho.

Quando nos deparamos com a história da Chapeuzinho Vermelho, sempre ficamos torcendo para que a Chapeuzinho e a vovozinha consigam escapar das garras afiadas e malvadas do lobo mau. Será que a história da Chapeuzinho Vermelho sempre teve o final feliz? Essa vontade de final feliz sempre prevaleceu na história humana?

Na versão contemporânea da história (existem diversas variações da história), a mãe de Chapeuzinho faz uma porção de guloseimas (doces, biscoitos, pãezinhos) e pede para a criança levar para a sua vó, que se encontrava doente. A mãe de Chapeuzinho lhe dá uma série de orientações para chegar lá com segurança (não conversar com estranhos, não dizer para onde vai e nem parar para nada).
A menina tinha que atravessar um bosque inteiro para chegar até a casa de sua avó. No caminho, encontrou com um lobo que disse ser um anjo da floresta. Ele perguntou para onde a criança estava indo e Chapeuzinho respondeu que estava indo para a casa de sua avó, indicando para o lobo onde ficava a casa.
Ao chegar a casa, Chapeuzinho chamou a sua avó, que não respondeu. Logo que entrou, pensou que a avó deveria estar bastante doente e por isso não havia se levantado da cama. Nessa versão da história, o lobo se vestiu de vovozinha e tentou enganar a menina para se alimentar da carne dela. No final da história, Chapeuzinho e a sua avó conseguiram escapar das garras malvadas do lobo mau, as duas foram salvas por caçadores que conseguiram matar o lobo e a história acabou com um final feliz.
Os trechos citados acima são uma versão romântica da história de Chapeuzinho Vermelho, que surgiu com o Romantismo literário iniciado na Europa, no final do século XVIII. A história da Chapeuzinho Vermelho, segundo o historiador norte-americano Robert Darnton, em seu livro intitulado ‘O Grande massacre dos gatos e outros episódios da história cultural francesa’, teve origem na Idade Média europeia. Ela foi criada por camponeses que tinham que ir trabalhar no campo e deixavam seus filhos sozinhos em casa.
Segundo Darnton, a trama da história de Chapeuzinho, criada na Idade Média, desenrolou-se com um fim trágico da vovozinha e da criança. O lobo tirou a vida da vovó e, posteriormente, com a carne e o sangue da velhinha, realizou um banquete, no qual Chapeuzinho se alimentou fartamente. Logo depois, o lobo se alimentou também da carne de Chapeuzinho Vermelho.
Pelo fato de deixarem os filhos sozinhos em casa, segundo Darnton, os camponeses criaram uma história assustadora, com o fim trágico, para evitar que seus filhos fossem para as perigosas florestas e bosques na ausência dos pais. Com o passar do tempo, ocorreram mudanças e transformações na história de Chapeuzinho, de acordo com cada contexto histórico e os valores morais, éticos e culturais prevalecentes.

Texto de Daniel Lagares
Fonte: Aventuras na História

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