Chuva Dourada


Eu tive um namorado que foi o responsável, digamos assim, pelo meu interesse em práticas sexuais mais ousadas. Com ele aprendi a me soltar, a falar durante a transa, a contar e tentar realizar as minhas fantasias. Se o Ricardo teve a sua professora de sexo, eu tive uma pessoa que abriu a minha mente, que mostrou que o limite do prazer é a gente mesmo que estipula.

Quando estávamos inspirados (e isso era quase sempre que nos encontrávamos), o sexo nunca era igual.

Um noite estávamos naquela coisa de pegação, mão aqui, mão ali, dedos aqui, dedos ali, e resolvemos falar sobre fetiches, quais as taras um do outro, adorávamos ficar nos provocando e fantasiando, comentando o que poderia ser, como gostaríamos de fazer, e claro, fazíamos… rs

Então ele vem com a novidade da vez: já ouviu falar em “chuva dourada”?

Pára tudo!!!

Parei tudo e ele também, sentei em cima dos meus próprios pés e fiquei olhando pra ele, e mandei: Como assim??? Chuva dourada???

Então ele disse: Assim… sempre achei excitante essa coisa de cheiro, gosto, suor, melação, porra, e tudo mais que o corpo da gente produz quando nos excitamos e enquanto trepamos, e o xixi faz parte do corpo também, não é? É uma manifestação, por que sempre após o teu gozo você quer fazer xixi? Já parou para pensar nisso???

E eu fiquei ali, pensando, mas não por muito tempo, porque ele me puxou de volta pra cima dele e continuamos a nossa brincadeira…rsrsrsrs

Só que de alguma forma aquilo ficou ali no meu inconsciente, e depois, ficou martelando, martelando, martelando…

Sempre que eu sentava no vaso sanitário e fazia xixi lembrava da descrição que ele dera a isso: “Chuva Dourada”

E a idéia começou a me excitar cada vez mais… imagine, eu que já não preciso de muito pretexto para me excitar, me excitando também ao urinar… tinha que dar um jeito naquilo… e rapidinho…rs

Nos encontramos novamente e eu já com a idéia fixa, queria falar mais a respeito, queria saber mais, queria experimentar, e queria saber qual era….rsrsrs

Estávamos lá novamente entre um beijo e outro, uma mão e outra, e não conseguia (por qualquer razão que não sei dizer) falar a respeito da bendita “Chuva Dourada”, até que começamos a falar (adorávamos isso, no meio da transa falar, descrever, insinuar, instigar), e ele pergunta: pensou na “chuva dourada?”, eu mais que rápido respondi com um Sim, entre um gemido e outro, e ele me provocando mais perguntou: “e o que pensou?”

Falei que queria que ele me dissesse exatamente como queria que fosse, o que ele tinha pensado, como fazer, e essas coisas… e ele me dizia que queria me ver gozando muito na sua boca, e ia me lambendo, enquanto falava, me atiçava com dedos e língua, que queria sentir todo o meu gosto, e me lambia mais, que ia enfiar a língua toda dentro de mim, e me sentir estremecer, e fazia em seguida, e eu já não me segurava mais, deixava a onda de prazer ir subindo, descendo, me consumindo por completo até que gozei alucinadamente, e ele bebeu todo o meu gozo, me colocando em seguida virada, em cima de si mesmo, com a boca entre as minhas pernas disse: agora eu quero que você faça xixi em mim, quero senti-lo no meu pau, no meu rosto, na minha boca…  Eu nem pensei duas vezes, fiz xixi e fui passeando pelo corpo dele todo, cobrindo-o com a minha urina, e quando cheguei ao pau dele, caprichei e o vi gozando enquanto era urinado por mim.

Autora: Nathalia (intimo e pessoal )

http://intimoepessoal.wordpress.com/author/intimoepessoal/

 

A CARONA


301559_440149199400398_1309533002_n

A CARONA;
Era para ser apenas mais uma carona no fim da festa. Janaína passara a noite toda dançando com as amigas, tomara várias caipirinhas e estava feliz da vida na comemoração do aniversário de Luíza. Fazia tempo que não encontrava ninguém, nas últimas semanas tinha se dedicado totalmente ao trabalho e até suas “saidinhas casuais” não tinha rolado mais.
Apesar da vontade de agarrar o primeiro bofe lindo que viu passar na balada ser muito grande, preferiu curtir as amigas e os amigos da melhor maneira, dançando e bebendo até dar uma dor. Para aquela noite, optou por um look descontraído e sensual, um vestido curto florido e uma sandália de salto alto. A maquiagem era leve e enfatizava sua boca carnuda. Nas unhas o esmalte vermelho demonstrava as intenções que iam ao fundo da sua mente.
O fim da festa estava se aproximando e Janaína estava de alma lavada. Aproveitou tudo ao máximo. Conversou bastante, colocou os papos em dia e abraçou muito os amigos para ela tão queridos. E como todo fim de festa, começou a divisão das caronas. Ela iria com Carlos – o motorista, Aline – que estava ficando com Carlos e Roberto.
O detalhe era: o banco de trás e a mala do carro estava lotado de coisas do trabalho de Carlos, ou seja, Janaína teve que ir no colo de Roberto. O que, venhamos e convenhamos, não tinha problema nenhum, afinal são todos amigos e onde cabe um, cabe dois, três, quatro… mas foi esse fato em específico que fez toda diferença nesta carona inocente.
Roberto é um cara bem apessoado, tem traços marcantes e másculos, barba por fazer, estilo moderninho e uma pegada de tirar o fôlego. Isso Janaína já sabia bem, ela já tinha desfrutado dos encantos de Roberto em outros momentos, nada muito sério, mas bem proveitoso.
Quando todos se acomodaram no carro, finalmente seguiram rumo a seus destinos. Ligaram o som e começaram a conversar animadamente. Roberto envolto em pensamentos libidinosos, exalando o perfume doce de Janaína e sentindo a pele lisa dela roçando em seu corpo não conseguiu conter-se e começou a tocar e cheirar Janaína. Passava as mãos nas coxas dela, na cintura, cheirava o pescoço e sentiu a calcinha já molhada.
Janaína se surpreendeu com aquela atitude, mas adorou. Continuou a conversar com o casal amigo como se nada estivesse acontecendo. E foi assim, sem saber muito bem se por conta do álcool ingerido ou pela audácia de Roberto, que Janaína tirou de sua bolsa uma camisinha e deu para ele colocar. Apesar de todo improviso de Roberto, naquele momento ele tomou um susto e no meio dessa surpresa não pensou muito, foi logo se preparando.
Janaína apenas colocou a calcinha um pouco de lado e encaixou em Roberto, que já tinha o sexo pulsando e ansiando o encontro entre eles. Eles começaram a se movimentar tentando sentir cada centímetro do desejo, cada momento de excitação e cada segundo que poderiam ser flagrados pelo casal de amigos.
Janaína para disfarçar o máximo possível, colocou-se entre os amigos e começou a conversar com eles ao mesmo tempo em que rebolava no colo de Roberto. Ele sentia o sexo dela molhado e nunca tinha sentido tanta adrenalina de uma vez só. O corpo tremia de prazer e era difícil manter a conversa.
A cada lombada que o carro passava, Janaína aproveitava para aprofundar mais o movimento e por estar sentada, apertava bem as pernas para assim poder sentir o pulsar dentro de si. E nesse frenesi todo, ela conversava e gozava e viajava num turbilhão de emoção. Roberto notava cada contração que vinha dela e isso o enlouquecia. Eles se sentiam como duas crianças fazendo traquinagem e tentando se esconder dos pais.
Janaína tentava esconder os gemidos tagarelando cada vez mais com os amigos. Sua mão percorria o corpo de Roberto e suas unhas vez ou outra cravavam no braço dele. Carlos e Alice permaneciam alheios a tudo que acontecia ali atrás e isso só aumentava ainda mais a vontade deles. os movimentos se tornavam mais rápidos, mais quentes e Janaína falando e aproveitando sem parar.
E foi em meio àquelas meias conversas que Roberto também conseguiu chegar ao ápice do seu desejo, antes mesmo que o carro chegasse ao seu destino final e sem que seus amigos percebessem nada. E foi assim que uma simples carona se transformou em um encontro inesperado, regado a muita adrenalina, impulso e paixão. Provavelmente algo para se lembrar para sempre!

-JoséSouza

Via : Segredo de um amante