Quando o casal se redescobre


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Era estranho, casados a tão pouco tempo e o fogo já estava diminuindo. Não sei explicar, apenas estava diferente. O sexo era bom, mas sem fogo, dá para entender?

Engraçado é que ele parecia ter vergonha de mim, sei lá!! Nunca me chupava e nem deixava eu chupá-lo. Achava até que era só para obrigação de marido que transavamos. Nem gozar ele deixava que eu visse, corria para o banheiro se masturbar. Isso foi me deixando uma porcaria na cama, apenas fazia por obrigação também.

Até que um dia, cansada de ser só uma boneca de sexo sem sal, resolvi melhorar (ou estragar) nosso casamento. Fui a um sex-shop perto de casa e comprei umas coisinhas.

Nada de estranho, afinal eu não queria perder o marido, mas quando ele chegou do trabalho à noite, a mesa estava colocada e ele percebeu algo diferente no ar – segredinho, joguei o perfume que ele mais gostava pela casa.

Jantamos e fui direcionando a conversa para o sexo e não deu outra. Acabamos de arrumar tudo e fomos para o quarto. ele foi tomar banho e eu montei o cenário de nossa noite de amor.

Velas aromáticas, uma lingerie minúscula e um som bem romântico, não precisava ser estuprada, só queria ser bem comida!!! E quando ele saiu se espantou, mas não comentou nada – o que já era bom!

Ele se deitou e eu logo fui para o ataque. Comecei a beijá-lo. Ele estava nú, com o corpo ainda úmido do banho. Peguei um óleo e comecei a passar em seu peito, desci para suas pernas e quando fui abocanhar seu membro e me segurou. Me soltei e segurei os braços dele com delicadeza, mas forte! E pedi para nunca mais fazer isso e desci novamente engolindo de uma vez seu pinto que já estava armado com as carícias preliminares.

Chupei como uma vadia … lambendo e sugando suas bolas e seu pau. Às vezes parava de chupar e olhava para ele enquanto masturbava aquele cacete rijo. Subi e me sentei na sua cara, e gritei: – Me chupa seu safado!! E depois me fode com vontade até eu desmaiar de tesão.

Ele se assustou mas obedeceu, percebeu que também estava gostando daquela mudança e sentiu desejo de me possuir como uma puta!!! E entrou na brincadeira.

Me espantei quando começou a me chupar e a me lamber … já conhecia toda a minha buceta da época de namoro, mas deveria estar com saudades de sentir seu gosto e se deliciou e gozei em sua boca, gemendo e gritando.

Quando percebeu que gozei me jogou pra traz e se deitou sobre mim. Perguntou se estava tudo bem … quando acenei que sim com a cabeça ele me penetrou com toda a força, achei que fosse me rasgar com o impacto … mas gemi e me deixei levar pelo vai e vem de sua pica na minha xota!!!

Ele começou a ofegar, e disse para ele não gozar .. eu queria mais!!! E bati levemente no seu rosto. Ele me devolveu um tapa mais forte e me virou de quatro. Socou forte na minha buceta me chamando de cachorra … e mandava eu gemer .. que se eu queria ser uma vadia ele ia fuder minha buceta até eu cansar!!!!

Depois de um tempo eme me chamou para chupar o seu pau, percebi que ia gozar e comecei a chupá-lo até que ele gemeu e eu deixei que goza-se sobre seus seios. E eu comecei a chupá-lo novamente!!!

A noite só estava começando e foi a primeira de muitas de loucuras na cama.

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STRIP TEASE


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STRIP TEASE
Chegou no apartamento dele por volta das seis da tarde e sentia um nervosismo fora do comum. Antes de entrar, pensou mais uma vez no que estava por fazer. Seria sua primeira vez. Já havia roído as unhas de ambas as mãos. Não podia mais voltar atrás. Tocou a campainha e ele, ansioso do outro lado da porta, não levou mais do que dois segundos para atender.

Ele perguntou se ela queria beber alguma coisa, ela não quis. Ele perguntou se ela queria sentar, ela recusou. Ele perguntou o que poderia fazer por ela. A resposta: sem preliminares. Quero que você me escute, simplesmente.
Então ela começou a se despir como nunca havia feito antes.

Primeiro tirou a máscara: “Eu tenho feito de conta que você não me interessa muito, mas não é verdade. Você é a pessoa mais especial que já conheci. Não por ser bonito ou por pensar como eu sobre tantas coisas, mas por algo maior e mais profundo do que aparência e afinidade. Ser correspondida é o que menos me importa no momento: preciso dizer o que sinto”.
Então ela desfez-se da arrogância: “Nem sei com que pernas cheguei até sua casa, achei que não teria coragem. Mas agora que estou aqui, preciso que você saiba que cada música que toca é com você que ouço, cada palavra que leio é com você que reparto, cada deslumbramento que tenho é com você que sinto. Você está entranhado no que sou, virou parte da minha história.”
Era o pudor sendo desabotoado: “Eu beijo espelhos, abraço almofadas, faço carinho em mim mesma tendo você no pensamento, e mesmo quando as coisas que faço são menos importantes, como ler uma revista ou lavar uma meia, é em sua companhia que estou”.
Retirava o medo: “Eu não sou melhor ou pior do que ninguém, sou apenas alguém que está aprendendo a lidar com o amor, sinto que ele existe, sinto que é forte e sinto que é aquilo que todos procuram. Encontrei”.
Por fim, a última peça caía, deixando-a nua
“Eu gostaria de viver com você, mas não foi por isso que vim. A intenção é unicamente deixá-lo saber que é amado e deixá-lo pensar a respeito, que amor não é coisa que se retribua de imediato, apenas para ser gentil. Se um dia eu for amada do mesmo modo por você, me avise que eu volto, e a gente recomeça de onde parou, paramos aqui”.
E saiu do apartamento sentindo-se mais mulher do que nunca.
Martha Medeiros

Uma sexta feira Prazerosa


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Era quase sete horas da noite quando ela tocou no meu ramal me chamando para ir embora. Era sexta feira e eu não via a hora de chegar em casa, tomar um banho bem relaxante e colocar as pernas para o ar, mas hoje isso teria que esperar e o motivo era a Chris.
Eu havia prometido no inicio da semana que iria ajuda-la com o seu novo notebook, ainda tentei deixar para a semana seguinte, mas não tinha como, ela precisava finalizar alguns trabalhos de conclusão da faculdade e as únicas pessoas que ela conhecia que poderiam lhe ajudar era o seu namorado e eu.
Você agora deve estar se perguntando: “Então porque diabos ela não falou com o namorado dela?” – Ela falou só que o cara achou que a prioridade era ir a uma confraternização de despedida de um amigo do trabalho que mais tarde eu soube, só estava saindo de férias.
Minutos depois, após eu terminar de falar com o meu ultimo cliente, ela aparece na minha mesa avisando que já poderíamos ir. Desliguei o computador e fui para saída esperar por ela, como toda mulher ela foi até o banheiro para dar aquele tradicional retoque na maquiagem.
Ela morava não muito longe dali. Como eu estava de carro, combinamos de ir com ele e deixar na sua vaga do prédio que não era usada. Com a chuva que havia acabado de cair, demoramos cerca de trinta minutos para chegar. Sexta feira com chuva não era nada fácil na região da Avenida Paulista.
Ela morava em um apartamento modesto que dividia com uma amiga que no momento não estava, pois havia viajado horas atrás com o namorado para o litoral norte comemorar o aniversário de namoro.
Estava um pouco cansado então, assim que eu cheguei, pedi e ela que me desse o seu novo notebook para começar logo o que era preciso ser feito. Enquanto eu me concentrava em fazer aquele novo brinquedo funcionar, ela preparava alguns petiscos na cozinha que trouxe minutos depois acompanhados de dois copos de guaraná. Ao beber notei que havia uísque e disse a ela que não poderia beber já que estava dirigindo e provavelmente seria parado em uma dessas blitz da lei seca espalhadas por toda cidade. Ela insistiu feito criança quando quer algo dos pais e não resistindo acabei aceitando. Como a minha ultima refeição havia sido o almoço, logo fiquei embriagado, mas não fiquei só, ela também estava ligeiramente bêbada e já começa a achar graça em tudo que se passava a sua volta.
Depois do segundo copo, ela pediu licença e voltou minutos depois trajando apenas um short um palmo acima do joelho e uma blusinha branca que, devido aos seus fartos seios, deixava seus mamilos praticamente à mostra. Era impossível não notar. Ela soube na hora pra onde eu estava olhando e para a minha surpresa apenas olhos nos meus olhos, tomou mais um gole do seu copo, se levantou do sofá e ligou o som.
Voltei para me concentrar no trabalho e com isso não percebi a aproximação dela por trás do sofá. Ao notar que estava tudo quieto demais com exceção do som, levantei a cabeça e a encontrei apoiada no sofá às minhas costas com os olhos grudados na tela, provavelmente tentando adivinhar o que eu estava fazendo. Fui pego de surpresa e me assustei.
Ao perceber que eu havia me assustado com a sua presença ela começou a rir sem parar. Tentei me justificar dizendo que estava concentrado e outras coisas do tipo, mas não deu certo. Aquele meu vacilo foi o suficiente pra ela debochar de mim por dez longos minutos.
Puto com aquilo, eu jurei vingança enquanto a encarava com aquele sorriso de “você vai ver”. Olhei pra ela mais uma vez, deixei o notebook no assento ao lado e iniciei uma perseguição através do apartamento no tradicional estilo coiote e papa-léguas, em pouco menos de um minuto a encurralei na cozinha e como uma criança saboreei a minha vitória que não durou muito. Distraído ela abriu a torneira e com um copo generosamente grande, me deu um banho de água e saiu correndo pra sala enquanto eu me recuperava daquele ataque.
Decidido a revidar com a própria arma dela, enchi aquele mesmo copo que ela havia deixado cair no chão e voltei a persegui-la conseguindo então encurrala-la no banheiro. Sem pensar duas vezes devolvi o banho que ela havia me dado, mas com ela a situação era outra. Ao fazer, os seios que já estavam expostos ficaram mais em evidência e dessa vez eu não consegui disfarçar. Cravei os olhos neles e só consegui tirar quando ela chamou a minha atenção com uma falsa tosse que ele deu teatralmente. Sorri sem graça e resolvi continuar a brincadeira na esperança de quebrar aquele gelo que havia se formado entre a gente. Consegui! Peguei-a pelas pernas e a coloquei no meu ombro assim como um irmão faz com a caçula da casa e a levei de volta pra sala. Ela por sua vez entrou novamente no clima da brincadeira e tentou se soltar fazendo cócegas em mim o que não adiantava muito e ela logo percebeu.
Indignada por saber que iria perder naquele jogo de gato e rato ela decide então apelar e, ao nos aproximarmos do sofá me surpreende com uma mordida tão forte que acabei batendo a canela na mesa de centro e perdendo um pouco do equilíbrio. Ciente da mesa e com ela ainda no meu ombro dei um passo pra trás e me joguei no sofá com ela ainda nos meus braços, por pura sorte ou reflexo não sei, ela consegui se levantar do meu ombro e ao cair, abriu as pernas e com elas abraçou a minha cintura evitando se machucar na queda. Deu certo, felizmente não quebramos nada.
Passado o susto e ainda na mesma posição tanto eu quanto ela começamos a rir descontroladamente. Havia passado quase uma vida quando ela olhou nos meus olhos e conduziu o meu olhar para a direção onde estavam as minhas mãos. Foi nesse momento que eu notei que as minhas mãos estavam segurando a sua bunda. Aquilo conseguiu me deixar mais sem graça que o ocorrido do banheiro e ao abrir a boca para poder me desculpar, ela com o dedo indicador nos meus lábios me silenciou. Olhou diretamente para os meus olhos e encostou a sua cabeça no meu peito.
Podia sentir seus mamilos endurecidos por baixo da blusa e a sua bunda em minhas mãos me excitando. Acho que naquele momento ela sabia o que estava acontecendo comigo, afinal estava de calça social e já era impossível disfarçar o volume que o meu pau fazia com ela por cima de mim.

Como se ela adivinhasse os meus pensamentos, colocou a mão por baixo dela e começou a fazer carinho no meu pau por cima da calça mesmo, eu correspondendo aos seus carinhos desci um pouco a minha mão e aproveitei que o short era folgado para colocar parte da minha mão por dentro e acariciar levemente a sua vagina por cima da calcinha com dois dos meus dedos. Ficamos naquela posição por quase cinco intermináveis minutos, foi quando ela se levantou e ficou sentada no meu colo enquanto esperava eu me ajeitar no sofá.
Em silêncio tirei a sua blusinha enquanto ela me encarava, com medo que ela pudesse se arrepender daquilo, me aproximei e comecei a beija-la enquanto as minhas mãos voltavam a segurar a sua bunda. Ela me segurou pelo pescoço e começou a se esfregar no meu colo cheia de tesão e não perdendo tempo começou a arrancar a minha camisa com violência, ali eu vi que ela já não estava mais se importando com o que poderia acontecer e me aproveitei para afundar a minha boca naqueles seios fartos e começar a chupar com vontade.
Cada vez que eu mordia seus mamilos ela se contorcia pra trás e se esfregava com mais força no meu colo. Podia ouvir a respiração descompassada dela que se misturava com aqueles gemidos que pareciam mais os de uma criança. Pude sentir quando ela se afastou um pouco e ainda no meu colo, desabotoou a minha calça e começou a me masturbar quase arrancando o meu pau em suas mãos.
Dando um leve apertão no meu pau, ela se levanta do meu colo e tira aquele short revelando uma calcinha rosa minúscula que me excitava só de olhar. Ajoelhou-se entre as minhas pernas e apoiando uma das mãos na minha coxa pegou meu pau e começou a chupar não deixando um minuto sequer de me encarar.
Eu estava completamente excitado com a Chris e de como ela engolia o meu pau. Ela me fazia querer mais e mais. Interrompi o que ela estava fazendo e a coloquei sentada no sofá. Me ajoelhei entre as pernas dela e com o polegar alisei a sua vagina podendo sentir que já estava completamente molhada. Coloquei a calcinha de lado e cai de boca enfiando a minha língua com tudo dentro dela. Ela colocou as minhas mãos em seus seios e em seguida me segurou pela cabeça. Cada chupada que eu dava em seu clitóris, fazia ela me puxar mais pra perto, por um momento até pensei que poderia me asfixiar.
Ainda ajoelhado apoiei as suas pernas no meu ombro e com o meu pau completamente duro comecei a brincar com a vagina dela. Esfregava apenas a cabeça no clitóris dela e por umas três vezes ameacei de colocar, na quarta ela me segurou com força e eu não perdi tempo coloquei com força e a ouvir gemer mais alto. Segurei seus seios com força e deixei seus mamilos entre os meus dedos enquanto metia nela sem remorso. Ela era muito gostosa.
Descendente de japoneses a única herança que ela tinha era os olhos puxados e os cabelos negros e compridos. Tinha os seios fartos com mamilos marrons claros. Sua vagina parecia de uma menina, era lisa e apertadinha. Quando eu coloquei o meu pau a primeira vez até pensei que ela era virgem, doce ilusão. Tinha um apetite insaciável e pelo visto fazia um bom tempo que o namorado não fazia nada. Resolvi mudar de posição porque não queria gozar naquela hora. Queria meter mais.
Me sentei no sofá e a trouxe pra cima de mim, ela se colocou de joelhos segurou meu pau com uma das mãos e foi sentando bem devagar. Olhando pra mim ela começou a subir e descer me levando a loucura. Ela fodia como poucas que eu havia conhecido. Depois que pegou o ritmo, apoiou os braços no meu ombro e começou a cavalgar rebolando de vez em quando e permitindo que eu chupasse seus seios.
Com ela ainda sentada no meu colo a segurei pela bunda e me arrisquei colocando o meu dedo indicador na sua bunda. Aquilo a excitou de tal forma que na segunda vez que eu coloquei ela pediu para deixar lá e começou a pular feito louca no meu pau. Trouxe ela para mais perto e voltei a chupar seus mamilos com mais força enquanto meu pau fodia a sua vagina e o meu dedo brincava na sua bunda.
Gemendo mais alto que o som ela acaba gozando em cima de mim, sentia a sua vagina pulsar em volta do meu pau e o suor caindo de suas costas. Quando ela relaxou de vez e se sentou ao meu lado, eu levantei e comecei a me masturbar, ela me olhou e se colocou de quatro apoiando os braços no sofá. Confesso que naquela posição fiquei com vontade de comer a bunda dela, mas resolvi me concentrar e terminar de foder aquela vagina apertadinha. Meti com força até que acabei gozando dentro dela. Continuei metendo até o meu pau pedir água e só sai dali quando as minhas pernas não aguentavam mais.
Depois do sexo, deitamos no sofá e ficamos ali curtindo um som até uma da manhã em seguida bebemos um ou dois copos de uísque e fomos para o chuveiro onde acabamos transando de novo. Tentei comer a bunda dela, mas ela não deixou. Disso que poderíamos tentar em uma próxima ocasião. Aquilo me animou afinal significava que ela havia gostado.
Sai de lá por volta das seis da manhã completamente satisfeito, no caminho de casa recebi uma mensagem dela me agradecendo pela ajuda com o notebook e perguntando se na próxima quarta eu poderia ir até a sua casa para ajuda-la com algumas coisas. Sorri e voltei a prestar a atenção no caminho. Não havia dormido nada e precisaria ficar inteiro até a próxima quarta.
Colecionador Virtual.

 

Saudade …


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Saudade 

Saudade é quando eu saio de você e te esqueço aqui dentro.
Saudade é quando a lembrança fica com a cópia da chave do melhor momento.
Saudade é quando a alma continua dentro da gente, mesmo que o corpo tenha ido embora.
Saudade é quando o meu aqui vive aí, mas daqui mesmo.
Saudade é quando longe de você te sinto dentro de mim.
Saudade é o mesmo instante só que distante.
Saudade é quando sou o que um dia fomos.
Saudade é quando a alma gostaria de ser abraçada por aquele momento de novo e sente frio.
Saudade é quando o coração esquece que o amor acabou.
Saudade é quando o fim ficou pela metade.
Saudade é a memória do amor.
Saudade é um sentimento que vive em cima da hora.
Saudade é a sobra da sua falta.
Saudade é odiar esquecer o que eu amo lembrar.
Saudade é quando o amor sente falta de ser de novo.
Saudade rasga a presença e na nudez da ausência costura a falta de voyeur.
Saudade é quando você olha pro rosto de qualquer outro e lembra dele.
Saudade dói porque vive pra matar o que continua dentro da gente.
Saudade é quando você quer voltar para o que nunca foi.
Saudade é quando o amor é enterrado vivo.
Saudade é a parte do corpo que mais dói.
E a pior saudade que existe é da saudade de alguém.

Fernanda Estellita