Bondage No Motel


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Bondage no Motel
Ao entrarmos no quarto do motel… peguei uma cadeira e mandei ela
sentar ali… com as mãos para trás… amarrei-a bem e então
fiquei em pé á sua frente… admirando aquela fêmea indefesa ali
á minha disposição… camisa amarrada na cintura… alguns botões
desabotoados nos seios mostravam metade dos seios e seu sutiã…
apalpei aqueles lindos seios com minhas mãos e os apertei um pouco
fazendo ela gemer… que tesão!!
Sua calça era do tipo calça baixa e mal escondia sua calcinha…
sua barriga e umbigo estavam totalmente á mostra…
desabotoei a calça e abri o zíper, revelando sua calcinha…
Ela me olhava com uma mistura de medo e tesão
Nada podia mais fazer, pois era minha, todinha minha…
Mostrei-lhe a mordaça, e ela quis negar, mas não teve jeito,
foi amordaçada e bem apertadinha…

Suas pernas estavam ainda livres e se debatiam para levantar, fugir…
Mostrei-lhe mais cordas e seus olhos se arregalaram…
sua cabeça remexia para os lados, tentando dizer não…
mas sem dó… e excitado demais… amarrei seus pés um de cada lado
puxando-os bem para trás… ela ficou linda ali bem amarradinha…
mal podia se mexer… sentia sua excitação… seu tesão em estar
dominada e a mercê de seu homem… imaginando o que viria ainda…
mostrei-lhe um dos vibradores… cheguei bem perto de seu rosto
e liguei-o… passei ele vibrando em seu rosto e fui descendo
entre seus seios… massageando seus bicos que estavam durinhos de tesão…
cheguei ao umbigo e fui descendo… então ela começou a se debater
nas cordas e amarras e gemendo muito e abafado pelas mordaças…
enfiei a ponta de meu dedo em sua calcinha e pude perceber
seu liquido escorrendo por entre suas coxas revelando-me
que estava bem lubrificada…
desliguei então o vibrador e o pus dentro da calcinha, bem na entrada 
da vagina… dei um breve intervalo e fui pegar outra cadeira e 
sentei-me na sua frente… me ajeitei como se estivesse sentado
num sofá… bem a vontade… olhar de deboche por sua vulnerabilidade
e muito excitado com a linda visão… o vibrador tinha um longo fio
que podia ser controlado por mim, as velocidades e o liga-desliga também…

Então olhando-a nos olhos com uma cara safada e debochada… liguei o
vibrador e ela então começou a se contorcer toda, debater e gemer
loucamente de tesão… ora olhando-me nos olhos, ora olhando para cima, 
pois se contorcia muito a cabeça para trás e para frente… enfurecida
pelo imenso tesão de estar bem amarrada e sendo bolinada também…
a sensação de prazer e tesão era incrivelmente deliciosa e sentia
vontade de gozar na hora… mas… ao perceber… desliguei o vibrador…
coloquei minhas pernas em cima das delas… me estiquei na cadeira para trás…
e me deliciei olhando sua furia de tesão cortado e seu olhar reprovador
pareciam me odiar e chamar de safado, cretino e outras coisas mais…
eu me deliciava com a cena e ria super excitado também… e…
quando ela parecia se acalmar eu voltava a ligar o vibrador… mas desta
vez com uma vibração bem fraca, a deixando louca de prazer… olhando-me
e implorando para aumentar a vibração, deixa-la gozar logo de uma vez…
mas eu me controlava, queria deixa-la exausta de tesão… queria
acumular seu tesão, prazer ao máximo… e me divertia com a cena…
Apertava meu pênis com força, com minha mão, para acalmar meu tesão imenso…
e ligava e desligava o vibrador, fazendo-a gemer tanto e se debater…
mal conseguindo ouvir seus xingamentos abafados pela mordaça…

Então me levantei e disse a ela que iria tomar um banho agora e
que a deixaria ali, amarradinha, sem gozar… para quê!…
ela enlouqueceu… pediu com os sonhos clemência…
queria gozar… não aguentava mais de tesão… xingava…
então eu disse… Faremos assim:
Vou tomar meu banho e deixo o vibrador ligado no mínimo… ok?
Ela fez que nãooooo… e fiz que nem ouvi… liguei bem baixo
e disse a ela: Se vira… goza se puder!!!

E sai sorrindo debochado, com meu pênis quase explodindo
de tanto tesão com a cena de contorções ali.

Fonte: Contos Fetiches

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Beijos Dona Menina ♥

 

DEZ MANDAMENTOS DO BDSM – ÓTICA DA CASTIDADE


English: A man handcuffed to a bed and blindfolded

English: A man handcuffed to a bed and blindfolded (Photo credit: Wikipedia)

 

Este texto foi traduzido e adaptado do “Mistress Manual, 2001”, e descreve dez possíveis mandamentos do BDSM sob a ótica do uso de cintos de castidade.

1. Controle o orgasmo e você controla o macho.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu macho egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel, não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele rasteja humildemente aos pés da mulher, suplicando… Um homem nessa situação fica completamente submisso, patético, bobo, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Homens castos são presas fáceis para mulheres malvadas e insaciáveis. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirá forças para presenteá-la, agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo estará perdido, seu escravo voltará a ser o machão de sempre.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar medo no submisso.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário.A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, o medo e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e medo ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação contra ele.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar… enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. Excitação sem orgasmo, sem alívio… Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use chantagem com fotos, chicote, contrato, correntes ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, banheiro e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só os masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Cintos de castidade retiram todo o aspecto sexual e físico da relação SM, liquidando o lado carnal desta relação. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais “espiritual” e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior…Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanço a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu capacho, usar uniforme de doméstica e dormir no chão… Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

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Beijos de Dona Menina

 

Dez Mandamentos de uma Escrava.


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Dez Mandamentos de uma Escrava.

1. A escrava deve ter como objetivo máximo o bem-estar e a satisfação dos desejos e interesses do Dono, sejam de que natureza forem. Em caso algum a escrava colocará os seus interesses particulares à frente dos interesses do Dono, embora em muitas situações os interesses de ambos possam ser coincidentes.

2. A escrava deve ser para o seu Dono fonte inesgotável de prazer, alegria e descontração. Deve por isso cultivar a sua própria boa-disposição, riqueza interior e serenidade. Deve procurar aprender e manter-se atualizada. Deve também cuidar de si de forma a ter a melhor aparência possível, e manter uma boa saúde física e mental.

3. A escrava deve ter para o seu Dono totais disponibilidades físicas, mentais e emocionais. Deve arrumar a sua vida de maneira a poder responder de uma forma imediata e entusiasta a qualquer solicitação do Dono. Na Sua presença, tudo o resto é secundário, melhor ainda, esquecido. Na ausência do Dono, manterá uma postura irrepreensível, lembrando-se sempre a quem pertence.

4. A escrava deve seguir o seu Dono com devoção, onde quer que vá e o que quer que faça. Sempre ½ passo atrás, atenta e cúmplice.

5. A escrava deve empenhar-se em conhecer profundamente o Dono, os seus gostos e preferências. Saber o que Lhe agrada em cada momento e proporcioná-lo. Deve também erradicar da sua vida qualquer fator de desagrado.

6. A escrava deve ser leve, delicada, feminina. Deve aprender a suavidade dos gestos, a humildade do olhar e saber comportar-se em todos os momentos com graça e sensualidade.

7. A escrava é também objeto de prazer sexual do Dono. Como tal deverá estar sempre pronta a ser usada, em qualquer circunstância ou lugar, pelo Dono ou por quem este designar. Deve focar-se na satisfação dos prazeres do Dono como objetivo único. A sua própria satisfação, se a houver, será sempre opção do Dono e será sempre tomada como uma dádiva.

8. Como propriedade do Dono, a escrava deve esperar ser usada, abusada, esquecida, desejada, preterida, acarinhada, ignorada, escolhida, desprezada, sem que nada disso interfira na sua total entrega e dedicação ao Dono. Deve esperar ser castigada se o merecer, mas também se não o merecer ou compreender de imediato. E saber aceitar, oferecendo sem hesitação o seu corpo ao castigo.

9. A escrava deve ter tanto de reservada e discreta como de devassa, obscena, lasciva, ser um anjo e uma puta. E saber passar de um estado ao outro a um gesto ou olhar do Dono.

10. Por fim, a escrava deve ambicionar ser um prolongamento do Dono, mover-se ao Seu ritmo e ao Seu gosto, ser a Sua sombra e o Seu reflexo.

 

 

Uma coleira representa um compromisso


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Uma coleira representa um compromisso, uma relação de propriedade entre Submissa e Dono. Assemelha-se ao conceito de aliança baunilha, com a diferença que somente a escrava usa a coleira, para mostrar a todos a quem pertence. Uma coleira pode ser física ou virtual. Podem existir coleiras sociais ou de sessão. Como se convencionou escrever nicks (apelidos virtuais) de Donos em caixa alta (maiúscula) e de Escravas em caixa baixa (minúscula), as coleiras virtuais são geralmente assim escritas: “(nome da escrava)_NOME DO DOM, por exemplo: “(frigga)_SENHOR SANTOLLI.”
A coleira de sessão pode ser mais refinada ou ser essas de cachorro mesmo. No entanto, tendo em vista o preconceito social, não seria prudente alguém sair por aí com uma coleira de cachorro com o nome do Dono, então se criaram coleiras sociais, que são mais discretas; podem ser apenas colares com pingentes ou símbolos que remetam a lembrança constante do Dono e de que a Escrava que a porta a ele pertence. Não obstante se possa usar uma coleira em qualquer sessão, mesmo que seja uma sessão esporádica e sem intenção de manter-se uma relação duradoura — apenas como um fetiche ou para mostrar quem manda — é comum que os Senhores façam cenas de encoleiramento.

Fonte: Estilo BDSM.

Dica aos Dominadores


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Dicas aos Dominadores

O bom Dominador procura perceber que práticas dão mais prazer à Submissa e quais lhe tiram o tesão… Dá espaço para que ela fale de suas fantasias e de como ela vê uma relação desse tipo, ele também fala de suas fantasias, porque assim diminui o risco de ela embarcar em sonhos que não são compartilhados…

O Dominador tem sempre uma responsabilidade maior, porque depende muito dele que a relação seja prazerosa, satisfatória e segura.

Se estiver receoso ou pouco confortável com a situação, não vá adiante, uma atitude madura pode poupar uma série de frustrações.

Se achar que suas expectativas se completam com as dela, então vá em frente e esteja atento às qualidades a seguir:

* Autocontrole – A principal delas. Para ter controle sobre as situações planejadas ou inesperadas, é preciso que saiba controlar suas próprias atitudes;

* Criatividade – Não se contente em viver o dia a dia sempre da mesma forma. Estimule para descobrir o melhor na relação;

* Compassividade – Ouça e responda às necessidades da Submissa. É egoísmo agir como se o mundo girasse em torno de si;

* Técnica – Busque e desenvolva novas técnicas. Saiba como usar os acessórios e dominar as práticas. Teste o que deseja fazer em si antes de fazer com alguém. Evite causar danos físicos e morais à submissa, respeitando os limites dela;

* Consistência – Seja firme em suas ordens e cobranças. Diga qual é sua maneira de ser e aja de acordo com o que diz. Ser firme não é ser grosseiro ou sem educação;

* Respeito – respeite a si e aos outros;

* Comunicação – Comunique-se com clareza. Escolha as palavras e o tom de voz, esse cuidado pode determinar o sucesso em qualquer situação;

* Dedicação – Dominar não tem nada a ver com vida fácil e, na maioria das vezes, dá mais trabalho que estar do outro lado.

Dominador chamou a sua atenção: cuidado!


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Dominador chamou a sua atenção: cuidado! 

Depois da decisão de viver a fantasia é preciso “sair a campo” e logo aparecerão os primeiros contatos, quando conhecer alguém que chame a sua atenção de alguma forma é hora de INVESTIGAR! 

Há alguns anos atrás, no meio SM essa era uma tarefa bem mais complicada, os contatos eram feitos por cartas e demorava muito o retorno; sair do imaginário para a realidade eram raros os casos de sucesso. 

No entanto, hoje tudo se tornou mais simples com as inovações da tecnologia virtual, na internet existe um grande número de recursos e possibilidades para aproximar as pessoas: grupos de discussão, sites de relacionamento, redes sociais, grupos organizados nas grandes cidades, festas temáticas e tantas outras comunidades virtuais voltadas para vivências BDSM. Portanto, INFORME-SE!

Existe sempre aquela tendência íntima de pensar:

“Comigo vai ser diferente, deu errado com outra pessoa porque ela não foi tão cuidadosa quanto deveria…”

E você se garante que será.

CUIDE-SE!

A seguir apresento alguns indicativos que devem servir de alerta para que a submissa fique atenta e não entre numa canoa furada:

a) O dominador tem muitos anos de experiência no assunto, mas ninguém ouviu falar dele – vale a pena redobrar a atenção nesse caso;

b) O indivíduo diz ser uma figura pública e por isso não diz nada sobre sua vida pessoal, mas exige que você se exponha para ele. Sendo ele uma referência importante, terá tempo de dedicar a um relacionamento SM com você?

c) Caso você tome conhecimento de algo de errado que aconteceu entre o dominador e outra submissa, contado por ele mesmo ou por outra pessoa, procure conhecer outras versões sobre o assunto. É mais difícil várias pessoas faltarem com a verdade do que uma só;

d) Transparência é a alma do negócio, existem dominadores casados que omitem o estado civil para “conquistar” a submissa com mais facilidade. Nada o impede de ser casado e ter submissas, mas sem mentiras, isso só leva ao desgaste e o fim da relação SM. Da mesma forma o dominador que omite gostar de ter mais de uma submissa, as mantém ao mesmo tempo em segredo e o final é sempre confusão;

e) Dominador que logo de cara começa dar ordens sem conhecer a submissa, sem diálogo, com palavras agressivas e impositivas é sinônimo de insegurança e inexperiência, ou até mesmo de má intenção;

f) Existem também os dominadores que prometem muito, constroem verdadeiros contos de fadas e usam de um discurso retórico eloquente e influenciável, principalmente com moças sem experiências, ou carentes de atenção e cuidado.

Não se esqueçam de que em toda Comunidade existem pessoas boas e com bons propósitos, mas também muitas pessoas mal intencionadas e de índole ruim. Cabe a submissa iniciante ficar atenta, observar, não agir por impulso, não acreditar no óbvio. Assim, não deixar que o prazer se transforme num pesadelo, ou minimamente numa bela dor de cabeça. Pense!

 

Regras e simbologia


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Regras e Simbologia 

Como na sociedade, o BDSM tem suas regras, rituais e símbolos preestabelecidos. A diferença é que aqui as regras são criadas entre as partes, sempre em busca do prazer mais intenso. 

As regras determinam como deve ser o comportamento de uma submissa ou escrava diante de seu Dominador e até onde este pode ir nos jogos, cenas ou sessões. Os rituais são as formas como as tarefas e as punições são executadas, basicamente, são condutas que devem ser seguidas, na maioria das vezes pela escrava ou submissa. 

Os símbolos, também previamente acertados, como coleiras (virtuais ou não), contratos de escravidão e outros, são usados para acentuar ainda mais, a posse da escrava, e criar um clima que contribua para aumentar sensação de que a vida da escrava pertence aos caprichos e vontades de seu dominador.

Muitas vezes os submissos e escravos iniciantes, quer seja pela dificuldade de encontrar um dono, ou por ansiedade, costumam aceitar todas as regras estabelecidas pelo dominador. O importante, nessa situação, é se observar que tudo aquilo que for construído/estabelecido deve sempre estar de acordo, e dentro dos limites de cada um, pois o que é válido, emocionante e dá prazer a um, a outro pode não fazer sentido algum.

Lembre-se: Dominação e submissão é, acima de tudo, uma relação de respeito e cumplicidade.